• Nelson Melo

Máscaras e camisas do ‘Festejo de Santa Terezinha’ estão à venda

Setembro, para alguns habitantes de São Luís, é apenas um período do ano como qualquer outro, sem nenhum significado especial. Assim sendo, seria um momento marcado pela estagnação de pensamentos e atitudes. No entanto, para muitas pessoas, o mês representa uma oportunidade para renovar a fé e ajudar o próximo. O “Festejo de Santa Terezinha”, no bairro Filipinho, na capital maranhense, nesse sentido, é realizado para a sociedade, que tanto precisa se aproximar de Deus. As máscaras de proteção e as camisas para o tradicional evento já estão à venda sob encomenda.




A catequista Ana Maria na Paróquia de Santa Terezinha exibindo a camisa do festejo


De acordo com informações obtidas com a Pascom Santa Terezinha, as camisas do festejo estão custando R$ 25. Já as máscaras personalizadas estão à venda pelo preço de R$ 5. Convém ressaltar que os pedidos podem ser feitos por intermédio da Secretaria da Paróquia. Os interessados podem entrar em contato por meio do seguinte número: (98) 3249-9727. Faça sua parte e adquira esses produtos, que foram idealizados e confeccionados com carinho, dedicação e responsabilidade.


Importante destacar que o “Festejo de Santa Terezinha” será iniciado no dia 22 de setembro e se estenderá até o dia 1º de outubro. A Paróquia, para quem ainda não sabe, fica no bairro Filipinho, em São Luís/MA, nas proximidades da casa lotérica e do Centro de Especialidades Médicas da região.



As camisas e as máscaras do "Festejo de Santa Terezinha" estão à venda sob encomenda


Comunhão após a missa

O “novo normal”, como está sendo chamado esse momento pandêmico, provocou muitas mudanças no cotidiano, tanto no âmbito privado como no âmbito público. Apesar das dificuldades que enfrentamos, o medo não pode nos paralisar, embora tenha sido fundamental para o progresso civilizatório. A fé é um grande aliado diante desse cenário. Na Paróquia de Santa Terezinha, as pessoas que acompanham as missas pelas redes sociais podem comungar após as celebrações na entrada da igreja.




Cláudio Corrêa é o pároco da Paróquia de Santa Terezinha (Foto: Pascom Santa Terezinha)


Segundo a Pascom Santa Terezinha, cujo pároco é o padre Cláudio Corrêa, as missas são transmitidas virtualmente somente aos domingos, quando começa às 8h, sendo que, de terça-feira até sábado, o horário é às 17h30. Ao final da celebração dominical, o sacerdote sempre avisa para quem está assistindo pelas redes sociais da Paróquia que as pessoas podem comparecer à entrada da igreja para receber a comunhão, que é a fonte e o ápice de toda a vida cristã. Nesse ato, o ministro entrega a hóstia nas mãos dos fiéis, que chegam em veículos (carros e motos) ou a pé, mesmo.


Ao chegarem às suas casas, as pessoas continuam o processo ao agradecerem, ajoelhadas ou não, o fato de Jesus ter ido até elas por meio da Sagrada Eucaristia, que foi instituída por Cristo na “Quinta-Feira Santa”, quando foi celebrada a “Última Ceia” com seus apóstolos, na noite em que ia ser entregue. Naquele momento, o “Filho do Homem” tomou o pão, deu graças, partiu-o e o deu aos seus discípulos. Em seguida, tomou o cálice, deu graças e ofereceu aos seus discípulos.




As missas na Paróquia respeitam as medidas sanitárias (Foto: Pascom Santa Terezinha)


Esse ato possui uma riqueza simbólica impressionante, tanto para quem é cristão como para quem compreende a situação por outros ângulos. A cena foi pintada por Leonardo da Vinci entre os anos 1494 e 1498. O afresco foi encomendado pelo duque milanês Ludovico Sforza, A obra artística está presente não apenas fisicamente, como também mentalmente, pois sobrevive no inconsciente coletivo por meio de imagens míticas que são despertadas na mente humana.

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© 2019 por Nelson Melo.